quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A tua marcada ausência


A tua marcada ausência

Sinto tão presente a tua ausência
Em cada lugar onde faltas
Apenas permanece a tua essência
As saudades, as memórias

Sinto que tudo não passou de um sonho
Onde caíste como um anjo
Trazendo esse sorriso angelical
Pelo qual cometia um Pecado Capital

Sinto este vazio que deixaste no peito
Erodindo agora a falha que possuía
Deixada aberta com a tua partida
E lágrimas a correr num rio sem leito

Sinto-me somente só, isolada
Sem ouvir a tua voz encantadora
A perguntar porque não sorria
Como sempre, como ele me conhecia

Sinto a tua dolorosa falta
Mesmo dos “Odeio-te!” de paixão
Quando mentia, quando iludia
O mais que partido coração

Sinto dentro de mim esta nostalgia
Simples, única e meramente
O Reflexo cristalino
Da tua marcada ausência.